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Posts from February, 2009

On Board WIFI for Commercial Aviation

Feb 27

On-board WIFI Internet access is no longer a luxury reserved for private jet travel. Beginning February 26, Alaska Airlines is testing a new service offering its travelers WIFI broadband Internet access on board, over land, water and also for international trips.

Customers will be able to access the Internet in-flight from any WIFI-enabled device including notebook computers, pda’s and cell phones.

Browsing the Internet, listening to on-line music, playing games, sending and receiving email are some of the many on-line activities that business and recreational travelers will be able to access. The service will be free for the initial 60-day trial. Final pricing for the service has yet to be determined. 

HAI 2009

Feb 25

Os fabricantes de motores de helicopteros Rolls Royce e Honeywell tem diferentes previsões sobre o futuro do setor para os próximos 5 - 10 anos, com a Rolls prognosticando momentos de céus soleados e a Honeywell, momentos de tempo nublado.

Em ambos os casos, a notícia é alentadora em comparação ao infortúnio de outros setores, particularmente o das aeronaves de asa fixa.

Ken Roberts, presidente responsável pelo negócios dos motores de helicóptero da Rolls diz que o setor não vai poder escapar do impacto mundial, mas que  a batida poderá se aguentar com o passo do tempo. Ele diz que “vamos ter um período de tempo macio acompanhado do crescimento”.

A previsão é otimista e reminiscênte dos índices de crescimentos dos anos anteriores. Rolls-Royce espera 15.800 novas turbinas de helicóptero ingresar ao mercado na próxima decada, por um valor de  $131 bilhões. No total, 6.200 aeronaves, avaliadas em $ 104 bilhões serão vendidas aos mercados globais de defesa enquanto 9.600 helicópteros avaliados em $ 27 bilhões serão destinados aos compradores dos setores comercial e privados. As fuselagens vão necessitar de uma estimativa de 25.000 motores avaliados em $ 12 bilhões.

Da parte da Honeywell as previsões tem um nível similar de “delivery” no ano 2009 devido aos tempos de sucesso anterior, mas será de esperar uma caída baseandose nos poucos pedidos recebidos até agora neste ano. “Novos pedidos no ano 2009 vão descer e a situação não vai se normalizar até que uma recuperação económica global solida começe e formas adicionais de financiamento sejam disponiveis”, diz Mike Cuff, Vicepresidente de Honeywell, Helicopter & Surface Systems. Ademais, ele diz que a Eurocopter prevee uma queda nos pedidos de 36%. Bell Helicopter declarou que vendeu só 3 helicopteros em Janeiro de 2009 em comparação com os 40 do Janeiro de 2008.

Honeywell calcula a entrega de 3,500 – 4,500 novos helicopteros entre 2009 – 2013.

Eurocopter recebe novos pedidos do Brasil e Grécia

Feb 19

 

O volume de negócios da Defense tem aumentando através da Eurocopter que recentemente recebeu uma solicitação para a exportação de aeronaves, o que ajudara a subsidiária EADS a superar os pedidos comerciais. Nos últimos dois anos, o negociação do 50 EC 725 Cougars para o Brasil havia sido anunciado, seguido por mais 15 unidades para Grécia pelo acordo SAR.

Subsidiaria da Eurocopter, a Helibrás estará com estrutura montada em Itajubá. com aeronaves voltadas para a forca-aerea, exército e marinha. Entretanto, a Eurocopter esta fechando mais contratos na Índia e nos Estados Unidos, onde irão oferecer uma nova versão do EC 145 para as forcas aéreas norte-americana em substituição do modelo OH-58, respeitando o final do contrato com a Bell para o modelo 407.

A subsidiária da Eurocopter nos Estados Unidos já entregou mais de 50 EC 145 para as forcas armadas americana, designadas como helicópteros leves utilitários (UH-725). Ademais, a Eurocopter já entregou um total de 588 helicópteros no ano passado e planeja um maior numero para esse ano.

Fonte: Aviation Week

 

Mercados Mundiais: Jatos e Turbo-Hélices

Feb 17

O mercado de revenda de aviões de negócio está claramente apresentando sinais de recessão. Em 2008, o total de negócios relacionados ao mercado de jatos caiu cerca de 16,2%; já o mercado de turbo-helices teve queda de 15,6%. Após dois anos de crescimento consistente, o mercado de jatos foi rebaixado ao patamar de 2005 enquanto que as transações envolvendo turbop-helices estão perto dos números registrados no ano de 2004.
Ao mesmo tempo,  os níveis de estoque estão aumentando. Houve um acréscimo de 64,5% na disponibilidade de jatos e um aumento de 43% na disponibilidade de turbopropulsores.
No entanto, um avião está demorando mais tempo para trocar de dono, levando em média 18 meses para que seja realizada uma venda da aeronave.
Fontes: Amstat, NARA
 

Pousos e decolagens aumentaram cerca de 25% nos aeroportos de Viracopos e dos Amarais

Feb 07

 

Fernanda Nogueira de Souza
DA AGÊNCIA ANHANGUERA
fernanda.souza@rac.com.br

Aeroportos de Campinas tiveram alta de cerca de 25% no uso por helicópteros no último ano em relação a 2007. No Aeroporto Internacional de Viracopos, a média mensal de pousos e decolagens pulou de 64 em 2007 para 93 no ano passado, considerando dados de janeiro a novembro da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). No Aeroporto dos Amarais, que tem um uso mais intenso, a média mensal subiu de 170 em 2007 para 200 no ano passado, segundo a administração do terminal.

Vários fatores contribuem para o crescimento da movimentação. Primeiro, segundo profissionais do setor, existe a necessidade cada vez maior de executivos e empresários da região de evitar o trânsito de São Paulo.

O deslocamento do Aeroporto dos Amarais até o Campo de Marte, em São Paulo, leva cerca de 20 minutos de helicóptero. De carro, dura por volta de duas horas. O gasto mais alto - de cerca de R$ 500,00 para três passageiros na viagem aérea - vale a pena para quem precisa ganhar tempo. “O uso de helicópteros deixou de ser luxo e passou a ser necessidade para quem precisa fazer negócios em São Paulo”, afirmou Adelson Fonseca Bezerra, diretor-técnico da Helitec, empresa que oferece serviços como manutenção e estacionamento de helicópteros no Aeroporto dos Amarais.

O Campo dos Amarais também registra aumento na procura por vagas nos hangares. De acordo com estimativas de Bezerra, nos últimos três anos, o número de helicópteros nos Amarais subiu ao menos 150%. Anteontem, havia nove aeronaves apenas na Helitec. O aeroporto é usado por executivos e empresários, que têm a própria aeronave, e para táxi aéreo.

A procura por vagas em hangares dos Amarais ocorre devido à superlotação dos aeroportos de Congonhas e Campo de Marte, em São Paulo, e de Jundiaí. São Paulo é a segunda cidade no mundo em frota de helicópteros, perdendo apenas para Nova York, nos Estados Unidos.

No Amarais, há 15 hangares e ao menos quatro abrigam helicópteros. Outros oito hangares do aeroporto estão em obras. “Desde a inauguração do terminal de passageiros e da via de acesso, em 2006, passamos a receber mais voos, tanto de aviões como de helicópteros”, disse Aroldo Viana de Albuquerque, administrador do Aeroporto dos Amarais. O balizamento (iluminação noturna) da pista está pronto, o que deve aumentar a movimentação. Falta apenas a permissão para funcionamento noturno pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), segundo Albuquerque. Há ainda previsão para a instalação de uma torre de controle. Hoje, as aeronaves que usam o aeroporto se comunicam por rádio antes dos pousos e decolagens.

O comandante Renato Carra Grosche, de 53 anos, pousa no Aeroporto dos Amarais com o helicóptero Esquilo, da construtora Rossi, quase toda semana, às vezes três vezes por semana. Os executivos da empresa usam a aeronave para se locomover entre São Paulo e Campinas, e também para sobrevoar empreendimentos na região. “O helicóptero voa cerca de 20 horas por semana”, disse Grosche.

Na HCR Helicópteros, havia três helicópteros anteontem “hangarados”, estacionados no jargão aeronáutico. O hangar está em obras para aumentar o espaço para abrigo de aeronaves. Subirá de 13 para 18, para aviões e helicópteros. A empresa tem um helicóptero e planeja comprar outro para uso em táxi aéreo, segundo o piloto Jan Ramin, de 45 anos. “A demanda só crescia até o início da crise. Agora, estabilizou um pouco”, disse Ramin.

Empresas como Petrobras e CPFL contratam a empresa para fazer voos de inspeção de gasodutos e linhas de transmissão. Fora os dois aeroportos, Campinas tem cerca de 20 helipontos distribuídos por shoppings, hotéis, empresas e hospitais.

A FRASE 

“Muitos dos meus clientes querem pousar no Amarais à noite. Se tivesse balizamento (iluminação noturna), o aeroporto teria muito mais pousos e decolagens, e geraria mais empregos.”

ADELSON FONSECA BEZERRA
Diretor-técnico da Helitec, empresa que oferece serviços como manutenção e estacionamento de helicópteros no Aeroporto dos Amarais

Publicado em: www.hangarhelitec.com